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Desde: 23/10/2001      Publicadas: 35      Atualização: 15/11/2001

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 Cultura

  13/11/2001
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O recomeço de Frejat

Em 1985 Roberto Frejat assumia um desafio: seria o vocalista do Barão Vermelho, já que Cazuza anunciava sua saída da banda, meses depois de participarem do primeiro Rock In Rio.

O recomeço de FrejatEm 1985 Roberto Frejat assumia um desafio: seria o vocalista do Barão Vermelho, já que Cazuza anunciava sua saída da banda, meses depois de participarem do primeiro Rock In Rio.

Fundado em 1981, o conjunto construiu uma carreira de sucesso, que hoje especula-se estar ameaçada.

Frejat deixou os companheiros para lançar este ano seu primeiro disco solo, Amor pra recomeçar. Mas ele nega o fim da banda. "No que depender de mim faremos muitos discos e muitos shows", disse. Tomara. Por enquanto, saboreamos o novo trabalho, uma nova fase que também já faz sucesso: a música que dá nome ao álbum toca nas rádios brasileiras sem parar.

Entrevista:

Qual a temática do álbum solo?

O disco fala do universo amoroso com suas possibilidades e impossibilidades.


Você acha que o recomeço, do título de seu novo trabalho, também tem a ver com esse seu recomeço em sua carreira?

Certamente. Vejo a minha carreira solo como um recomeço e tenho certeza que vou a lugares por onde passei e vou conhecer muita coisa nova. É bom frisar que o começo de alguma coisa não define o final de outra.

Como é deixar um projeto de 20 anos de sucesso, com fãs conquistados e carreira sólida respeitada, para se lançar em uma nova empreitada? Você chegou a temer os riscos deste novo desafio?

Pelo contrário, é isso o que mais me estimula. Poder colocar o meu recado sob uma nova perspectiva é um desafio muito instigante. A idéia veio no final de 1998 e, desde então, tenho composto com esse objetivo. Para isso tive que esperar o Barão Vermelho gravar o Balada para depois poder me concentrar no meu disco.

Eu percebi, em outras entrevistas e declarações suas, que você volta e meia bate na tecla de dizer que, sobre a nova fase solo, "não tinha a banda para julgar cada passo". Você se considerava muito preso ao grupo? A sensação agora é de liberdade?

Não me julgo preso ao grupo. Acho que quando você trabalha em grupo tem que respeitar o processo coletivo de realização e no caso do meu trabalho solo eu só tenho que me preocupar se gosto ou não gosto. São duas maneiras diferentes e eu gosto das duas.

E qual a diferença entre o som do Barão Vermelho e o som do trabalho solo de Roberto Frejat?

Eu não sei descrever em palavras só em sons. Ouçam o disco!

O que o fãs podem esperar primeiro: um novo disco do Barão Vermelho ou um solo do Roberto Frejat?

Provavelmente mais um disco meu. Acho que o Barão tem que deixar as pessoas com muita saudade. Esse é um sentimento que nunca foi associado ao grupo e acho nesse momento que ele seria positivo para nós.

Mas o Barão Vermelho, afinal, acabou?

De jeito nenhum. No que depender de mim faremos muitos discos e muitos shows mas sem a freqüência dos últimos vinte anos.

Qual foi a emoção de abrir o show para o Eric Clapton para mais de 30 mil pessoas?

Foi um grande prazer saber que o público me recebeu e a minha banda com carinho nesse novo momento da minha carreira. Todos eles ,em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.


Fonte: JB
  Autor: Mel Batista


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