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Desde: 23/10/2001      Publicadas: 35      Atualização: 15/11/2001

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 Cultura

  06/11/2001
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Recente pesquisa demonstra que a credibilidade dos patrões em relação aos empregados é muito pequena

Empregados não nascem leais. De nada adianta acender o fogo de programas motivacionais se não existir recompensa plausível. Só defende a empresa quem é leal, só é leal quem acredita, só acredita quem vê resultados reais.

Os índices da credibilidade de empregados para com seus empregadores, são pequenos; um em cada três empregados não confia no empregador. Dois terços consideram desonesta a comunicação interna das empresas. Enquanto isso, 13% se sentem intimidados, molestados ou com medo, Nesse relacionamento
A cobertura pode ser diferente, mas a massa adotada pela maioria das empresas tem sido a mesma. Aquele blá-blá-blá de lealdade que só serve para intumescer os ventres da equipe. Bombeia-se um oba-oba de patriotismo laboral que o empregado polidamente segura, ao menos enquanto circula na empresa. Mas que se transforma em altissonante insatisfação quando está ao ar livre da submissão corporativa.
Empregados não nascem leais. De nada adianta acender o fogo de programas motivacionais se não existir recompensa plausível. Só defende a empresa quem é leal, só é leal quem acredita, só acredita quem vê resultados reais.
Em algumas empresas eventos de motivação parecem dar o resultado oposto. Desmotivando quem percebe a falta de quem estava no evento anterior. E é candidato a protagonista da próxima saudade. Tão importante quanto o motivacional dos empregados, é o comportamental dos empregadores. Empregado percebe quando a promessa é vazia.
Quando falta credibilidade e benefícios, só resta invocar o fantasma do desemprego. A pesquisa indica que empregados não têm intenções do tipo "molhar a camisa" por causa da empresa, principalmente quando o empregador adota a estratégia do fazer o empregado "molhar as calças" por causa do emprego. O funcionário não se empenha por causa da empresa. O que o motiva é sua própria carreira.
E é aí que está a solução para a lealdade e a motivação. A empresa não deve investir no empregado para lucrar. Deve investir para ele lucrar, ainda que seja além de seus muros. O empregado é que deve escolher os cursos, treinamentos, bolsas e tudo mais que achar bom para sua carreira, mesmo que não tenham relação com a produção? É uma mudança de postura que pode sair pelo mesmo preço e aumentar o índice de lealdade, retenção e transparência na relação.


*Pesquisas feitas em 2001 por Peter Hart Research, The Council of Public Relations Firms, CareerBuilder.com, Watson Wyatt Worldwide e Aon Loyalty Institute.


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